quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

O amor traduzindo em simples acordes...


Tenho uma paixão um tanto incondicional por Zooey Deschanel. É uma excelente atriz e uma musicista fantástica, que amo ouvir (recomendo seu trabalho na dupla "She & Him"). Esse vídeo mostra um pouco da sutileza e do brilhantismo que essa mulher possui. Vale a pena!  

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Saudade


Impossível não recordar daquilo que nos fez bem. Aquele sentimento que nos impulsionou ao máximo de nossa mente, quando desejamos viver aquela mesma sensação para sempre. Os bons momentos acontecem justamente para fazer de nossa existência a coisa mais maravilhosa do mundo. As possibilidades são vastas e há sempre uma surpresa. 

A considerar desses bons momentos vividos, a memória se torna um importante tesouro. Há coisas que não voltam. Outras, até poderiam, mas não teriam o mesmo impacto de outrora. Daí vem a necessidade de explorar ao máximo a sensação vivida, para que valha a pena sempre, ao menos em nossa mente. 

Além dos bons momentos há também aqueles que proporcionaram essas boas sensações. Aquelas que nos fizeram sorrir, que nos trouxeram luz e sabedoria. Ou somente por nos mostrar o quanto somos importantes para elas e para o resto do mundo. A felicidade é feita de momentos. E esses momentos, quase sempre, há alguém protagonizando a cena. 

A saudade é a melhor e mais eficiente máquina do tempo. É nosso passaporte para o melhor de nossas  memórias.   



sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

A gente vive...


Uau! Tanto tempo sem vir aqui! 

É porque tem sido complicado parar por um momento, refletir sobre as coisas do dia a dia e externalizar em forma de texto. A mente anda focada em tanta coisa! 

Mas eu estava aqui, refletindo rapidamente sobre o ano 2017. Muita coisa aconteceu, muitas experiências e bla-bla-blá. O interessante é quando vivemos todas essas coisas e as guardamos para nós mesmos, sem precisar publicar em rede social, fazer mil fotos e tantas outras coisas. Viver a experiência é bem melhor que compartilha-la a quem não viveu. Claro, o apoio das pessoas é interessante. Mas, nem sempre outras pessoas precisam saber. 

Enfim, o ano tá acabando e eu só posso dizer: valeu a pena tudo! 




ATÉ 2018, PESSOAL!!!


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Sem rimas


Poemas e frases de amor, não obrigatoriamente, precisam ser rimados. 
Os corações envolvidos, sim, é que devem estar simetricamente emparelhados...


15 de fevereiro de 2011



segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Trôpego


Desfaleço. Não retardo.
Me esforço e sigo em frente
Em amargura, porém contente
Do alto me virá o amparo.

Adiante, rochas pontiagudas
Escalo com tamanha dificuldade
Me alimenta a ansiedade
De superar qualquer altura

Ao final encontro graça
Meus olhos contemplam o alto
Da amargura me desfaço
Sob a luz que me abraça

Para trás deixo as marcas
Nas pegadas manchadas
E no alto se encerra
Minha amarga jornada


  


segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Medo



Qual seria o nosso maior medo?

Atravessar uma rua escura? Andar sozinho por um parque tenebroso? Visitar sozinho um cemitério? Assumir uma nova função na empresa? Terminar um relacionamento? Escrever no formulário qual curso se pretende prestar vestibular?  

Os motivos para se ter medo são vários. Este sentimento nos persegue desde a infância, quando deixamos de fazer certas “artes” prevendo o impacto das cintas de couro nas costas. Ou quando insistíamos às nossas mães para que não apagassem as luzes na hora de dormir, temendo algum monstro saindo do armário ou debaixo da cama.

O medo nos persegue. Assusta, mas é necessário. Ele é quem nos impulsiona a seguir em frente, desde que a gente decida enfrentar. O medo nos faz decidir: permanecer onde estamos ou desbravar o oculto. A decisão é crucial e o resultado pode ser desastroso, sim. Mas também pode ser libertador.

Alguém, certa vez, disse: “Se hoje tenho coragem, é porque um dia tive medo”. E é por aí mesmo. Só precisamos ser fortes o suficiente para enfrentar o que nos amedronta, nos paralisa e nos faz ficar sem ação. Do contrário, jamais nos libertaremos.


Jamais descobriremos que não há fantasmas no cemitério ou que poderemos ter uma ótima vida com a escolha do curso na inscrição para o vestibular. Ou que o fim de o relacionamento, outrora conturbado e sem sentido, possa impulsionar para outro de maior durabilidade. Escolhas são difíceis. Mas elas precisam ser feitas. Ou jamais sairemos do lugar...